ATENDIMENTO HUMANIZADO VEM NA CONTRAMÃO COM OS CONVÊNIOS MÉDICOS

ATENDIMENTO HUMANIZADO VEM NA  CONTRAMÃO COM OS CONVÊNIOS MÉDICOS
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Na contramão com os convênios médicos, a empresa ELIBE Saúde e Relacionamento vêm democratizar a saúde no Vale do Paraíba
Um plano de relacionamento que atende pessoas de todas as idades, é comercializado por apenas R$ 25,00 por mês e retorna ao cliente descontos de até 70% na área da saúde e até 50% na área do comércio e serviços gerais. É isso mesmo. Sem complicações e de forma direta.
Observando a tendência crescente da economia compartilhada no país, o empresário de São José dos Campos, Gimenez Roriz, desenvolveu um projeto que elimina intermediários e promove o acesso, não a posse de um produto, na saúde no Brasil.

Apenas 25% da população é atendida pelo setor privado, que tem mais médicos que o SUS; o valor da mensalidade de um convênio pode flutuar entre R$ 223 e R$ 3.593, podendo chegar a mais de R$ 10.000 após os 60 anos, momento em que o cliente tende a  utilizar com maior frequência, ficando muitas vezes impossível manter o plano tradicional. Nos últimos cinco anos os planos tiveram reajuste médio de 11,60% e, a carência pode variar de 24 horas a 24 meses, dependendo da situação. A grande maioria também não cobre a área odontológica. Hoje os convênios chegam a pagar R$ 60 para um médico e R$ 25 para um psicólogo, algo que os próprios órgãos competentes não defendem.

Levando em consideração esse cenário, a ELIBE conecta pacientes e profissionais da saúde geral. Na plataforma, o cliente tem acesso a uma vasta lista de profissionais e pode agendar diretamente com eles, não pagando o preço da consulta particular, mas um valor atribuído pelo próprio profissional, com descontos de 20% a 70%. A consulta pode ser feita presencialmente ou através da telemedicina (on-line), seguindo todas as normas dos órgãos competentes. “É um sistema ganha-ganha. Ao mesmo tempo que o paciente ganha um desconto, o profissional pode vir a ter um aumento de até 120% em seu faturamento mensal” – afirma Gimenez.

Além das consultas, a ELIBE também atua frente as filas de Doação de Sangue e Órgãos.

Na Doação de Sangue, a empresa realiza uma gestão de estoque nos hemocentros e entra em contato de forma direta com os clientes e profissionais parceiros, para as doações. O doador, ao invés de tirar um dia de folga, pode optar por vantagens em estabelecimentos parceiros. O hemocentro ganha uma redução de até 90% no número de faltas e desperdícios, o cliente ganha descontos de até 30% e o comerciante um aumento de até 50% no seu faturamento. – No Brasil, cerca de apenas 1,6% da população é doadora de sangue. No outono e inverno, os hemocentros podem ter uma queda de até 30% no número de doação.

Em 2019, o número de pessoas na fila de transplantes de órgão era de 45 mil pessoas. Metade das famílias negam a doação de órgãos de entes falecidos. Um velório e enterro tem o custo médio de R$ 3.000.

Apesar de haver a possibilidade de autorizar a doação de órgãos em vida, o assunto ainda é um tabu para muitas pessoas. A ELIBE oferece uma parceria psicológica e também jurídica para que as famílias também autorizem a doação. A família, além de condições em estabelecimentos parceiros, fica isenta de todo e qualquer tipo de gastos funerários. O objetivo é reduzir em até 35% nas filas de transplantes.

“A ELIBE também promove um lado social, onde 10% do faturamento será revertido a projetos e entidades, e junto a parceiros realizará ações de saúde em periferias e locais de difícil acesso. É um movimento que quer fechar esse gap de saúde absurdo no país e acabar com a disparidade de expectativa de vida” – complementa Gimenez. (Fernanda Aleixo – Assessoria de Imprensa) Fotos: Divulgação